Portugal de Lés-a-Lés com ‘Colheita Vintage’ em 2026 terminou ontem em Vizela.
Super divertida, tórrida, inovadora, nutrida, exigente, casamenteira, descobridora, desafiante, gulosa e atrevida. Assim foi a 28ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, essa aventura que, todos os anos, leva centenas a descobrir um País fabuloso para o mototurismo. Claro que muitos mais adjetivos poderiam ser utlizados, mas esses guardam-nos, na alma e no coração, todos e cada um dos participantes que percorram mais de 1100 quilómetros entre Faro e Vizela, parando em 18 Oásis e noutros tantos locais em busca de um alicate que assinalasse na tarjeta o cumprimento integral de um percurso soberbamente apresentado nas 67 páginas de um ‘roadbook’ que é uma obra de arte.
Números que, no entanto, são insuficientes para espelhar a real dimensão da maior aventura mototurística da Europa, colocada na estrada por uma grande equipa, e que, nesta ‘colheita vintage’ de 2026 garantiu enorme animação do primeiro quilómetro ao último metro. Sempre com muito calor, que nem a ameaça de chuva e algumas pingas na última etapa amenizaram, ajudando a tornar cada paragem parte integrante (ainda mais!) de uma descoberta que deixou portugueses e estrangeiros de sorriso rasgado na chegada ao palanque final. Uma festa enorme para encerrar um festival de curvas e gargalhadas, de surpresas gastronómicas e até inusitadas cerimónias que não estavam no programa do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal.
Relembremos os dias anteriores...
Um inovador Passeio de Abertura no 28º Portugal de Lés-a-Lés levou motociclistas à ilha da Culatra, trocando as motos pelo barco.
O Portugal de Lés-a-Lés é um evento dinâmico em que, apesar da manter fidelidade à ideia original atravessando o País de uma ponta à outra desde 1999, vai sempre evoluindo e reinventando-se, apresentando inovações quando parece impossível descobrir mais novidades neste pequeno jardim à beira-mar plantado. Na 28.ª edição do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal, a grande surpresa foi o Passeio de Abertura que levou centenas de motociclistas à ilha da Culatra, descobrindo o verdadeiro pulmão marinho do Sotavento algarvio.
O Portugal de Lés-a-Lés é um evento dinâmico em que, apesar da manter fidelidade à ideia original atravessando o País de uma ponta à outra desde 1999, vai sempre evoluindo e reinventando-se, apresentando inovações quando parece impossível descobrir mais novidades neste pequeno jardim à beira-mar plantado. Na 28.ª edição do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal, a grande surpresa foi o Passeio de Abertura que levou centenas de motociclistas à ilha da Culatra, descobrindo o verdadeiro pulmão marinho do Sotavento algarvio.

Prometia muito e não desiludiu a primeira etapa do 28º Portugal de Lés-a-Lés, com muitas surpresas e emoções fortes na ligação entre Faro e Alcochete, longa de 425 quilómetros.
Foram mais do que as previstas 10 horas e meia entre a capital algarvia e a Avenida D. Manuel I sobranceira ao estuário do Tejo, num dia com estradas para todos os gostos. Desde a recurvada serra algarvia às retas da lezíria, do pitoresco e pouco conhecido barrocal algarvio aos verdejantes arrozais do Sado, passando pelas praias da Costa Vicentina, numa tirada por vezes bem rebuscada para encontrar alternativas a algumas das estradas aluídas no último inverno.

Animação extraordinária ajudou a ultrapassar etapa abrasadora entre Alcochete e São Pedro do Sul neste 28º Portugal de Lés-a-Lés.
Foi um dia quente, muito quente mesmo, o vivido na segunda etapa do 28.º Portugal de Lés-a-Lés que levou a longa caravana mototurística de Alcochete a São Pedro do Sul. A temperatura andou regularmente acima dos 35º C e só a gigantesca animação nos setes (!) Oásis ajudou a ultrapassar as dificuldades dos 413 quilómetros ampliadas pela intensa canícula. Mais um dia de grande intensidade e elevada exigência para ficar na história da grande aventura gizada pela Federação de Motociclismo de Portugal. Um ‘esforço’ que todos reconheceram “ter valido bem a pena”, num dia em que a regularidade foi palavra de ordem para cumprir o percurso dentro das 11 horas e 20 minutos previstas.
Venha o próximo!



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