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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Encerrou em grande o Portugal de Lés-a-Lés 2026

Portugal de Lés-a-Lés com ‘Colheita Vintage’ em 2026 terminou ontem em Vizela.


Super divertida, tórrida, inovadora, nutrida, exigente, casamenteira, descobridora, desafiante, gulosa e atrevida. Assim foi a 28ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, essa aventura que, todos os anos, leva centenas a descobrir um País fabuloso para o mototurismo. Claro que muitos mais adjetivos poderiam ser utlizados, mas esses guardam-nos, na alma e no coração, todos e cada um dos participantes que percorram mais de 1100 quilómetros entre Faro e Vizela, parando em 18 Oásis e noutros tantos locais em busca de um alicate que assinalasse na tarjeta o cumprimento integral de um percurso soberbamente apresentado nas 67 páginas de um ‘roadbook’ que é uma obra de arte.
Números que, no entanto, são insuficientes para espelhar a real dimensão da maior aventura mototurística da Europa, colocada na estrada por uma grande equipa, e que, nesta ‘colheita vintage’ de 2026 garantiu enorme animação do primeiro quilómetro ao último metro. Sempre com muito calor, que nem a ameaça de chuva e algumas pingas na última etapa amenizaram, ajudando a tornar cada paragem parte integrante (ainda mais!) de uma descoberta que deixou portugueses e estrangeiros de sorriso rasgado na chegada ao palanque final. Uma festa enorme para encerrar um festival de curvas e gargalhadas, de surpresas gastronómicas e até inusitadas cerimónias que não estavam no programa do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal.

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Relembremos os dias anteriores...

Lés-a-Lés: trocar as motos pelo barco!

Um inovador Passeio de Abertura no 28º Portugal de Lés-a-Lés levou motociclistas à ilha da Culatra, trocando as motos pelo barco.
O Portugal de Lés-a-Lés é um evento dinâmico em que, apesar da manter fidelidade à ideia original atravessando o País de uma ponta à outra desde 1999, vai sempre evoluindo e reinventando-se, apresentando inovações quando parece impossível descobrir mais novidades neste pequeno jardim à beira-mar plantado. Na 28.ª edição do evento organizado pela Federação de Motociclismo de Portugal, a grande surpresa foi o Passeio de Abertura que levou centenas de motociclistas à ilha da Culatra, descobrindo o verdadeiro pulmão marinho do Sotavento algarvio.

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Lés-a-Lés: calor e emoções na 1ª etapa


Prometia muito e não desiludiu a primeira etapa do 28º Portugal de Lés-a-Lés, com muitas surpresas e emoções fortes na ligação entre Faro e Alcochete, longa de 425 quilómetros.
Foram mais do que as previstas 10 horas e meia entre a capital algarvia e a Avenida D. Manuel I sobranceira ao estuário do Tejo, num dia com estradas para todos os gostos. Desde a recurvada serra algarvia às retas da lezíria, do pitoresco e pouco conhecido barrocal algarvio aos verdejantes arrozais do Sado, passando pelas praias da Costa Vicentina, numa tirada por vezes bem rebuscada para encontrar alternativas a algumas das estradas aluídas no último inverno.

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Lés-a-Lés: dia quente até São Pedro do Sul


Animação extraordinária ajudou a ultrapassar etapa abrasadora entre Alcochete e São Pedro do Sul neste 28º Portugal de Lés-a-Lés.
Foi um dia quente, muito quente mesmo, o vivido na segunda etapa do 28.º Portugal de Lés-a-Lés que levou a longa caravana mototurística de Alcochete a São Pedro do Sul. A temperatura andou regularmente acima dos 35º C e só a gigantesca animação nos setes (!) Oásis ajudou a ultrapassar as dificuldades dos 413 quilómetros ampliadas pela intensa canícula. Mais um dia de grande intensidade e elevada exigência para ficar na história da grande aventura gizada pela Federação de Motociclismo de Portugal. Um ‘esforço’ que todos reconheceram “ter valido bem a pena”, num dia em que a regularidade foi palavra de ordem para cumprir o percurso dentro das 11 horas e 20 minutos previstas.

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Álbum de fotos e vídeos




Quanto anós, depois do "descontrole" da caravana e de percorridos cerca de 90% do fantástico percurso do Lés-a-Lés, através do sempre admirável road-book e com tudo a correr pelo melhor, foi tempo de celebrar, repousar e reviver todos os bons momentos vividos e foram muitos.

Venha o próximo!

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