Chegou a bom porto mais uma edição do Portugal de Lés-a-Lés Off-Road, terminando em Portimão depois de ter saído de Vila Verde, com paragem em Viseu e Almeirim.
Num daqueles momentos que se torna marca distintiva de cada edição do Portugal de Lés-a-Lés, a intensa chuvada que caiu no Alentejo, durante a última etapa do evento da Federação de Motociclismo de Portugal, deixou muitas histórias para mais tarde recordar. Bastaram uns minutos para que se abatesse sobre a maior parte dos participantes um autêntico dilúvio… de aventura. O percurso já de si exigente antes da chegada a Ermidas do Sado, onde estava montado o Oásis da FMP, viu-se repentinamente elevado à categoria de ‘hard-enduro’. Ou, no mínimo, comparável a uma das mais pluviosas edições da Baja de Portalegre, daquelas em que só elevados dotes de patinagem artística permitem atravessar as escorregadias zonas de lama barrenta. Palco destinado a grandes atuações e a quedas, muitas quedas, a somarem-se às protagonizadas nos extensos troços de areia na entrada em solo alentejano.
1ª Etapa
A 11ª edição do Portugal de Lés-a-Lés Off-Road teve hoje a sua primeira etapa, ligando Vila Verde a Viseu.
“Indo eu, indo eu…” É uma música infantil que faz parte do cancioneiro tradicional lusitano, com origens perdidas no tempo, mas que foi muito trauteada durante a primeira etapa do 11.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road que ligou a minhota Vila Verde à cidade beirã conhecida por ser a de Viriato. Uma cantiga que ajuda a contar uma tirada com pouco mais de 250 quilómetros de extensão, mas muito exigente em termos físicos e de condução, que a Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal ofereceu num dia excecional para a prática da modalidade.
“Indo eu, indo eu…” É uma música infantil que faz parte do cancioneiro tradicional lusitano, com origens perdidas no tempo, mas que foi muito trauteada durante a primeira etapa do 11.º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road que ligou a minhota Vila Verde à cidade beirã conhecida por ser a de Viriato. Uma cantiga que ajuda a contar uma tirada com pouco mais de 250 quilómetros de extensão, mas muito exigente em termos físicos e de condução, que a Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal ofereceu num dia excecional para a prática da modalidade.
2ª Etapa
Lés-a-Lés Off-Road da Beira ao Ribatejo
A segunda etapa do 11º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road levou a caravana ao longo de 340 memoráveis quilómetros entre Viseu e Almeirim.
No final de um dia memorável, após a exigente ligação entre Viseu e Almeirim, os rostos cansados mas sorridentes foram a prova mais evidente de quem acabava de levar de vencida mais um desafio do 11º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Foram mais de 340 quilómetros da Beira ao Ribatejo, com pistas para todos os gostos, pouco pó e muita diversão que deixaram todos os participantes satisfeitos. Mesmo aqueles que tiveram furos, quedas e outros contratempos.
No final de um dia memorável, após a exigente ligação entre Viseu e Almeirim, os rostos cansados mas sorridentes foram a prova mais evidente de quem acabava de levar de vencida mais um desafio do 11º Portugal de Lés-a-Lés Off-Road. Foram mais de 340 quilómetros da Beira ao Ribatejo, com pistas para todos os gostos, pouco pó e muita diversão que deixaram todos os participantes satisfeitos. Mesmo aqueles que tiveram furos, quedas e outros contratempos.




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