Lés-a-Lés foi união fantástica entre cultura e gastronomia,
recheado de fabulosas paisagens e riquíssimo património
De Miguel Torga ao Centum Cellas, de Fernão de Magalhães ao abandonado complexo mineiro de S. Domingos, de Provesende, a aldeia portuguesa com mais casas brasonadas, ao Núcleo Museológico de Alcaria de Javazes, com passagem pelo Museu do Queijo, em Peraboa, ou pelas monumentais vilas e aldeias de Tabuaço, Sernancelhe, Belmonte, Flor da Rosa ou Crato, esta foi uma das mais ricas edições do Portugal de Lés-a-Lés. Cocktail de luxo servido com acompanhamento de fabulosas paisagens, da imponência granítica das serranias transmontanas aos engenhosos socalcos xistosos do Douro Vinhateiro, das intermináveis planícies alentejanas às refrescantes praias algarvias. Tudo condimentado com estradas entusiasmantes em evento que, pela 17.ª vez, cumpriu o propósito de desvendar um País diferente e ímpar.